
Porto Novo, 20 Mar (Inforpress) – A associação Terrimar – Ambiente e Desenvolvimento Sustentável tem estado a promover acções de sensibilização sobre a importância da flora endémica da ilha de Santo Antão, com encontros com estudantes e populações.
O mais recente encontro envolveu os estudantes do Instituto de Ciências e Tecnologias Agrárias (ICTA), em que foram abordados temas como a riqueza da flora desta ilha, com destaque para as espécies endémicas e em risco de extinção e suas principais ameaças.
Segundo a Terrimar, a iniciativa tem permitido reforçar o papel fundamental das áreas protegidas como ferramentas essenciais para a conservação da biodiversidade, de uma forma geral, bem como a importância de conhecer e valorizar os espaços naturais da ilha.
Santo Antão recebe, nos próximos três anos, dois projectos ligados à conservação da floresta endémica nos parques naturais do Topo de Coroa, Cova/Ribeira da Torre/Paul e dos Moroços, promovidos pela Terrimar.
Trata-se dos projectos “Expandindo redes e acções para a conservação das árvores endémicas” e “Promoção da conservação participativa de plantas endémicas”, com os quais esta associação ambiental espera fazer de Santo Antão, nos próximos três anos, “uma referência nacional” em matéria de conservação ambiental.
Ao longo dos próximos três anos, a Terrimar promete desenvolver “um trabalho de excelência” na conservação do ambiente, através de uma participação participativa e inclusiva das comunidades nessas áreas protegidas.
O projecto “Expandindo redes e acções para a conservação das árvores endémicas” tem o financiamento da Fundação Franklinia (Fauna e Flora) e tem como área de actuação o parque natural do Topo de Coroa, no Planalto Norte.
O projecto “Promoção da conservação participativa de plantas endémicas” tem o financiamento do Critical Ecosystem Partnership Fund (CEPF) e vai actuar nos parques naturais de Cova/Ribeira da Torre/Paul e dos Moroços, ambos no Planalto Leste de Santo Antão.
JM/ZS
Inforpress/Fim
Partilhar