
Cidade da Praia, 31 Out (Inforpress) – A Comissão Nacional de Eleições (CNE) aprovou o aumento de 500 para 1.000 escudos do subsídio de alimentação dos membros das mesas de voto para as eleições presidenciais de 15 de Novembro.
A decisão consta da Deliberação n.º 42/Eleição Presidencial/2026, através da qual a CNE manteve também em 2.941 escudos a remuneração dos membros das mesas das assembleias de voto no território nacional, acrescida do subsídio de alimentação.
De acordo com a deliberação, os presidentes das mesas terão ainda direito a um subsídio de comunicação de 700 escudos, dos quais 500 serão pagos juntamente com a remuneração e os restantes 200 através de carregamento de telemóvel.
Para os membros das mesas na diáspora, de acordo com a deliberação n.º 43/Eleição Presidencial/2026, o subsídio de alimentação foi fixado em 10 euros (aproximadamente 1.100 escudos), mantendo-se os critérios aplicados anteriormente nos respectivos países.
“A CNE fixou ainda em 150 euros (aproximadamente 16.500 escudos) a remuneração dos presidentes das mesas em Portugal e França. Nos restantes países, mantêm-se os valores praticados nas legislativas anteriores, assim como as remunerações dos demais membros das MAV [membros das mesas das assembleias] da diáspora”, explicou a deliberação.
A CNE esclareceu ainda que os membros suplentes apenas terão direito à remuneração e aos subsídios quando substituírem efectivamente um membro titular da mesa.
As medidas foram aprovadas no quadro da preparação das eleições presidenciais de 2026, marcadas para 15 de Novembro.
Concorrem ao cargo de Presidente da República, para além de José Maria Neves, que busca a renovação do mandato, Antero Tavares, Casimiro de Pina, Gilson Alves, Joana Rosa e Loisito Tavares de Sousa.
Os seis candidatos disputam a preferência dos eleitores nas eleições marcadas para 15 de Novembro, um momento de exercício da democracia e de escolha do chefe de Estado para os próximos cinco anos.
DR/ZS
Inforpress/Fim
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