Presidenciais2026: Antero Tavares defende responsabilidade e serenidade no discurso de um Presidente da República

Inicio | Política
Presidenciais2026: Antero Tavares defende responsabilidade e serenidade no discurso de um Presidente da República
31/10/26 - 07:51 pm

Cidade da Praia, 31 Out (Inforpress) – O candidato presidencial Antero Tavares defendeu hoje que o exercício do cargo de Presidente da República exige responsabilidade e serenidade, considerando que o mais alto magistrado da Nação deve ter consciência das suas declarações.

O candidato, que deu continuidade esta tarde à campanha porta-a-porta nos bairros de Achada Santo António, Kelem e Terra Branca, fez esta declaração ao comentar o debate transmitido pela Televisão de Cabo Verde (TCV) no dia 27 de Outubro.

Segundo Antero Tavares, o debate deixou claro que quem pretende assumir a Presidência da República deve observar o princípio da responsabilidade naquilo que diz, tendo em conta a importância institucional do cargo.

Na ocasião, posicionou-se também contra a pena de morte, afirmando que a Constituição da República e o ordenamento jurídico cabo-verdiano não admitem essa medida.

“Nem eu sou a favor da pena de morte, até porque está escrito ‘não matarás’”, declarou, acrescentando que o Estado não deve responder à morte provocada por uma pessoa com outra morte.

Antero Tavares, que é magistrado de profissão, considerou ainda que a prevenção da criminalidade passa pelo conhecimento e pela compreensão da verdade, defendendo que o erro é humano e que as pessoas devem ter oportunidade de mudar.

A este propósito, recordou a sua recente visita à Cadeia Central da Praia, onde, segundo disse, transmitiu uma mensagem de conforto aos reclusos.

“Deus não ama o pecado, mas ama o pecador, porque sabe que ele pode mudar”, concluiu.

Além de Antero Tavares, concorrem à Presidência da República José Maria Neves, Casimiro de Pina, Gilson Alves, Joana Rosa e Loisito Tavares de Sousa.

Os seis candidatos disputam a preferência dos eleitores nas eleições marcadas para 15 de Novembro, um momento de exercício da democracia e de escolha do chefe de Estado para os próximos cinco anos.

LT/ZS

Inforpress/Fim

Partilhar