Presidente do MpD define percurso do partido como uma "grande maratona política" e com resultados

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Presidente do MpD define percurso do partido como uma "grande maratona política" e com resultados
15/03/26 - 10:08 am

Cidade da Praia, 15 Mar (Inforpress) – O presidente do Movimento para a Democracia (MpD, poder), José Ulisses Correia e Silva, afirmou este sábado, 14, que a trajectória do partido tem sido uma "grande maratona política" focada na transformação do país.

Ulisses Correia e Silva fez estas afirmações no acto de comemoração do 36.º aniversário do MpD, que aconteceu na Universidade de Cabo Verde, na Praia.

Destacou o papel do MpD na consolidação da democracia em Cabo Verde, defendendo a necessidade de fortalecer as instituições democráticas perante os desafios actuais.

Segundo o líder do partido no poder, o percurso do MpD foi decisivo para consolidar o país como uma democracia de prestígio e reconhecida internacionalmente.

O responsável do MpD, disse que ao longo das últimas décadas Cabo Verde entrou no grupo de países democráticos e tornou-se uma referência em África e no mundo, com conquistas importantes em matéria de liberdade e participação política.

“O que se passa pelo mundo chama-nos a atenção para o facto de que a democracia é uma construção de mulheres e homens, das instituições e da própria sociedade”, afirmou, sublinhando a importância de preservar o Estado de direito democrático, a boa governação e a estabilidade institucional.

Segundo Ulisses Correia Siva, estes factores, embora muitas vezes considerados intangíveis, traduzem-se em benefícios concretos para o país, como a confiança dos cidadãos, a boa reputação externa, a atracção de investimentos e o reforço de parcerias internacionais.

A ambição é de uma “democracia perfeita”, salientou. 

Ulisses Correia e Silva reconheceu, no entanto, que Cabo Verde é ainda uma democracia imperfeita, defendendo que o país deve trabalhar para elevar a qualidade do sistema democrático.

“Temos a ambição de chegar a uma democracia perfeita, embora saibamos que são poucos os países que atingiram esse patamar”, afirmou, lembrando que uma grande parte da população mundial vive em regimes autocráticos.

DG/HF

Inforpress/Fim

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