São Vicente: Comando da Polícia Nacional ganha 27 novos agentes que “devem manter-se atentos e vigilantes” – ministro

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São Vicente: Comando da Polícia Nacional ganha 27 novos agentes que “devem manter-se atentos e vigilantes” – ministro
25/04/26 - 02:12 pm

Mindelo, 25 Abr (Inforpress) – O Comando Regional da Polícia Nacional em São Vicente acolheu hoje a cerimónia de imposição de patentes e de recepção de 27 novos agentes, que, segundo o ministro da Administração Interna, “devem manter-se atentos e vigilantes”.

Depois da ilha do Sal e da cidade da Praia, hoje foi a vez de São Vicente acolher os novos agentes que vão reforçar a segurança na ilha, um total de 27, sendo que, destes, 16 saíram da última leva de formação, a 14.ª acção formativa, e os outros 11 são efectivos transferidos de outros concelhos.

Durante a sua intervenção na cerimónia, o ministro da Administração Interna, Paulo Rocha, lembrou o peso que é carregar o distintivo que emana das actividades, atribuições e competências da Polícia Nacional.

“Faço votos que sejam agentes activos e proactivos, que cumpram com a missão e com os procedimentos existentes na Polícia Nacional e que aspirem uma carreira longa como a dos que hoje impusemos as patentes e que transitaram para novos postos”, exaltou.

Instou-os ainda a estarem “atentos e vigilantes e bem integrados”, na corporação que deve acompanhar a dinâmica social, cultural e económica da ilha.

Por seu lado, o director Nacional da Polícia Nacional, Jorge Humberto Andrade, endereçou as suas palavras aos novos integrantes nessa carreira “cuja nobreza é assinalada”.

“Apesar do grau de dificuldades ser acentuado, a função não deixa de ser recompensadora, desde que nos empenhemos e nos dediquemos de corpo e alma à missão de proteger a vida, a liberdade e o cuidado do outro”, advertiu.

Jorge Humberto Andrade enalteceu o facto de que os policiais devem servir com “ética, responsabilidade, integridade e respeito pelos direitos das pessoas”.

“Sejam firmes em servir, mas a firmeza não é sinónimo de voracidade e muito menos de brutalidade. A firmeza harmoniza com a cortesia e humaniza a abordagem”, asseverou.

Em representação dos novos 16 recém-nomeados, que passam a agentes de segunda classe, Fredwilson Ferreira frisou que ser polícia é compreender que a autoridade se constrói pelo exemplo e a força deve ser guiada pela legalidade, consciência e rectidão.

“Que o compromisso assumido hoje seja permanente, que a missão seja exercida com honra, responsabilidade e que cada passo dado na carreira policial contribua para a segurança e a paz comum”, estimulou Fredwilson Ferreira.

Durante a cerimónia foram ainda impostas patentes a policiais que passam a agentes principal e subchefes principal, uma evolução na carreira que o ministro da Administração Interna, Paulo Rocha, considerou ser importante para “criar perspectivas, reforçar motivação e o espírito da corporação”.

LN/HF

Inforpress/Fim 

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