
Cidade da Praia, 04 Set (Inforpress) – O novo presidente do conselho de administração da Ficase assumiu hoje o compromisso de transformar a instituição numa estrutura “mais moderna, eficiente, transparente e digitalizada”, centrada nos resultados e mais próxima das crianças, jovens, famílias e escolas.
José Carlos Brito considerou que a acção social escolar e universitária assume uma importância estratégica no novo ciclo governativo e considerou que uma política educativa inclusiva deve garantir não apenas o acesso à escola, mas também condições para a permanência, aprendizagem e sucesso dos alunos.
“Uma política educativa só será verdadeiramente inclusiva se conseguir garantir tempestivamente não apenas o acesso à escola, mas também as condições ideais para que os alunos permaneçam, aprendam e tenham sucesso académico”, afirmou o novo presidente do Fundação Cabo-verdiana de Acção Social Escolar (Ficase).
José Carlos Brito indicou que a sua gestão terá como princípio fundamental aproximar a instituição das crianças, jovens, famílias, escolas, delegações, municípios, Governo, colaboradores e parceiros.
Para os primeiros tempos de gestão, apontou como prioridades conhecer profundamente a instituição, acompanhar as suas estruturas, ouvir os profissionais e parceiros e avaliar rigorosamente a execução dos programas sob responsabilidade da Ficase.
Segundo ele, a prioridade imediata será assegurar a continuidade e a qualidade das respostas socioeducativas, particularmente num momento considerado “tão importante” como o início do ano lectivo.
Entretanto, salientou que a nova gestão pretende ir além da continuidade, preparando a instituição para os desafios futuros, através de uma Ficase “mais moderna, mais eficiente, mais transparente, mais digitalizada e mais orientada para os resultados”.
Para isso, apontou a necessidade de melhorar o planeamento, reforçar a execução e o acompanhamento das acções no terreno, bem como assegurar uma prestação de contas atempada.
O fortalecimento da capacidade institucional, a valorização dos recursos humanos e a adequação da estrutura às responsabilidades atribuídas à instituição foram igualmente destacados como prioridades.
José Carlos Brito sublinhou ainda a importância das parcerias, defendendo uma cooperação mais estreita entre o Estado, municípios, escolas, universidades, organizações da sociedade civil, sector privado e organismos internacionais, como forma de ampliar o impacto das políticas de acção social escolar e universitária.
“A porta desta instituição estará sempre aberta ao diálogo, à cooperação e à construção de soluções comuns”, garantiu, acrescentando que a Ficase pretende reforçar as parcerias existentes e criar novas alianças capazes de mobilizar recursos, conhecimento, inovação e oportunidades.
Perante o ministro da Educação, José Carlos Brito reiterou que recebe a missão consciente de que a confiança depositada na nova presidência “implica resultados”, comprometendo-se a trabalhar em estreita articulação com o Governo e com o Ministério da Educação, Formação Profissional, Ensino Superior, Ciência e Inovação.
“Não prometemos que não teremos dificuldades, prometemos, sim, que as enfrentaremos com determinação”, afirmou, ao indicar que cada problema será tratado com responsabilidade e cada oportunidade aproveitada em benefício dos cidadãos.
José Carlos Brito colocou, por fim, a eficácia no centro da missão da Ficase, defendendo que apoiar uma criança a permanecer na escola é proteger o seu futuro e apoiar um estudante a prosseguir os estudos representa um investimento no futuro de Cabo Verde.
“Quando garantimos a igualdade de oportunidades, estamos a construir uma sociedade mais justa e inclusiva”, concluiu.
José Carlos Brito é coadjuvado pelos administradores executivos Celisa Eunice Pinto Semedo e Vasco Manuel Spínola.
LC/AA
Inforpress/Fim
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