Fogo/Futebol: Associação Regional admite risco de não realização do campeonato do segundo escalão

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Fogo/Futebol: Associação Regional admite risco de não realização do campeonato do segundo escalão
24/10/26 - 01:07 pm

São Filipe, 24 Out (Inforpress) – O presidente da Associação Regional de Futebol do Fogo, João Domingos Barbosa, admitiu o risco de não realização do campeonato regional do segundo escalão na época 2026/2027, devido ao reduzido número de equipas disponíveis para disputar a prova.

Em declarações sobre a preparação da nova época desportiva, o dirigente explicou que, no município de São Filipe, apenas a equipa do Brasilim manifestou disponibilidade para competir no segundo escalão, embora revele resistência em deslocar-se ao município de Santa Catarina do Fogo para disputar os jogos.

Em Santa Catarina do Fogo, existem cinco equipas ligadas ao segundo escalão, mas a participação na próxima época ainda não está confirmada, uma vez que os clubes se encontram a preparar as respectivas inscrições.

“Estamos a aguardar a inscrição das equipas para ver a possibilidade de organizar o campeonato, desde que haja número suficiente para tal”, afirmou João Domingos Barbosa, indicando que uma decisão deverá ser conhecida no final de Novembro.

O período de inscrição dos clubes do segundo escalão decorre de 01 a 30 de Novembro, pelo que a associação aguarda a formalização das candidaturas antes de avaliar se existem condições para realizar a competição.

Entre as equipas de São Filipe que se encontram inactivas há algum tempo estão Unidos do Norte, Spartak, Nova Era, Juventude e Atlântico. Nos Mosteiros, as formações do Atlético e do Grito Povo também estão inactivas.

Em Santa Catarina do Fogo, o Desportivo e o Baixada disputaram o primeiro escalão na época passada, mas foram despromovidos. Já o Pavense, o Esperança e o Parque Real competiram no segundo escalão.

Segundo João Domingos Barbosa, caso não seja possível realizar o campeonato do segundo escalão, as duas últimas equipas classificadas do primeiro escalão serão despromovidas, reduzindo de dez para oito o número de participantes na principal competição regional.

A associação pretende, assim, reduzir para oito o número de equipas do primeiro escalão, mantendo a possibilidade de promoção e despromoção entre as duas divisões, desde que estejam reunidas as condições necessárias para organizar o campeonato do segundo escalão.

JR/JMV

Inforpress/Fim

 

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