Presidente das Igrejas Adventistas reconhece melhorias no exercício da liberdade religiosa no país

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Presidente das Igrejas Adventistas reconhece melhorias no exercício da liberdade religiosa no país
12/01/26 - 02:11 pm

Cidade da Praia, 12 Jan (Inforpress) - O pastor e presidente da Associação das Igrejas Adventistas do Sétimo Dia afirmou hoje que Cabo Verde tem registado avanços significativos no domínio da liberdade religiosa, um dos pilares da democracia e do Estado de Direito.

Natalino Martins fez estas afirmações à imprensa, no final do encontro de cumprimentos de Ano Novo com o Presidente da República, José Maria Neves, no qual apresentou as suas principais preocupações sobre a fé, a sociedade e o actual contexto mundial.

Segundo o líder religioso adventista, a liberdade religiosa continua a ser uma das maiores preocupações da Igreja Adventista no arquipélago, recordando que, em 2025, foi realizado pela primeira vez no país o Fórum da Liberdade Religiosa, presidido pelo próprio chefe de Estado.

“Essa é uma grande preocupação para nós, mas podemos dizer que houve uma melhoria na liberdade religiosa em Cabo Verde, e isso foi algo que partilhámos com o senhor Presidente”, declarou.

O responsável sublinhou que o encontro também serviu para uma reflexão mais ampla sobre a situação do mundo, marcada por guerras, catástrofes e crises globais, e o impacto desses fenômenos na vida das pessoas.

Segundo Natalino Martins, a missão da Igreja Adventista, neste contexto, vai além da dimensão espiritual, passando também pela formação emocional, psicológica e cívica dos cidadãos.

“O mundo vive momentos difíceis, com guerras, desastres naturais e instabilidade. O nosso trabalho enquanto Igreja é sensibilizar, educar e formar pessoas para terem consciência do tempo em que vivemos, à luz do que a Bíblia ensina, para que estejam mais preparadas emocional, psicológica e espiritualmente”, afirmou.

O líder religioso acrescentou ainda que os cristãos devem assumir um papel ativo na sociedade, contribuindo para a estabilidade, a solidariedade e o apoio às populações afetadas pelas crises globais.

“Enquanto cristãos, temos de fazer a nossa parte, apoiando no que for necessário e ajudando as pessoas a enfrentar os desafios que o mundo vive hoje”, concluiu.

CM/AA

Inforpress/Fim

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