Presidenciais2026: Casimiro de Pina crítica candidatos que terão iniciado campanha antes do prazo legal

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Presidenciais2026: Casimiro de Pina crítica candidatos que terão iniciado campanha antes do prazo legal
01/11/26 - 04:41 pm

Cidade da Praia, 01 Nov (Inforpress) – O candidato presidencial Casimiro de Pina criticou, este sábado, o comportamento de dois candidatos que começaram actividades de campanha no início de Outubro, apesar de o período de campanha só ter arrancado a 29 de Outubro.

Estas afirmações foram feitas durante uma “live” publicada na página oficial do candidato durante um encontro com a comunidade cabo-verdiana residente no Brockton, nos Estados Unidos da América.

O candidato considerou a situação “extremamente grave”, classificando-a como uma clara violação da Constituição e das regras que regulam o processo eleitoral.

Estas críticas foram direccionadas aos candidatos José Maria Neves e Joana Rosa. 

Casimiro de Pina revelou ainda que várias pessoas o questionaram sobre a razão pela qual não tinha começado a fazer campanha antes do período oficialmente estabelecido.

 Segundo explicou, a sua resposta foi sempre clara, não iria violar a Constituição.

"A campanha eleitoral começou no dia 29 de Outubro e termina no dia 13 de Novembro. Tenho o dever de cumprir a lei e respeitar os prazos estabelecidos. Quero ser Presidente da República, mas não quero, em circunstância alguma, chegar à Presidência através do desrespeito pela lei. Não quero ser um Presidente da República fora da lei", afirmou.

Casimiro de Pina apelou aos cabo-verdianos que lhe confiem o seu voto nas eleições presidenciais de 15 de Novembro, manifestando a esperança de ser escolhido para assumir a Presidência da República.

Concorrem ao cargo de Presidente da República, além de Casimiro de Pina, José Maria Neves, Antero Tavares, Gilson Alves, Joana Rosa e Loisito de Sousa.

Os seis candidatos disputam a preferência dos eleitores nas eleições marcadas para 15 de Novembro, um momento de exercício da democracia e de escolha do chefe de Estado para os próximos cinco anos.

JBR/HF

Inforpress/Fim

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