
Espargos, 30 Mar (Inforpress) - A CEO da Sal Academy e consultora, Nadia Évora, foi destacada recentemente como capa de uma revista internacional de prestígio, figura entre as personalidades africanas a acompanhar este ano pelo seu impacto na transformação social através da educação.
A directora da Sal Academy é o rosto de destaque da edição de Março de uma influente revista britânica, com forte “penetração” nos mercados europeu e norte-americano.
A distinção coloca a gestora cabo-verdiana no grupo das "10 Mulheres Mais Inspiradoras em África para seguir em 2026", um reconhecimento que resulta do acompanhamento contínuo do seu percurso desde que venceu o prémio Women in Africa em 2021.
Em entrevista, aquela responsável explicou que o convite surgiu após um período de monitorização do seu trabalho nas redes sociais e dos projectos concretos alcançados na liderança da Sal Academy.
Segundo Nádia Évora, a publicação foca-se em identificar líderes que possam atrair o interesse de investidores internacionais para o continente africano.
"A entrevista baseia-se no trabalho que temos feito na Sal Academy, nos projectos que conseguimos e nas vidas que temos transformado através da educação. Acredito que a educação é a forma de transformar qualquer sociedade", afirmou a CEO.
Este não é o primeiro destaque internacional da gestora. Em 2025, a sua actuação na área da consultoria em Cabo Verde já havia sido assinalada pela revista portuguesa Pontos de Vista.
Para 2026, a agenda de reconhecimentos continua a crescer, com convites para integrar listas de "Top 5 da África" e os "100 Empresários a Observar".
Para aquela directora, estas distinções são o “reflexo” de um trabalho de equipa e de uma missão focada em resultados tangíveis.
"Ser reconhecida lá fora é o melhor presente, pois valida o impacto real das histórias que nascem aqui", sublinhou.
A Sal Academy tem-se afirmado como uma instituição dedicada à mudança de paradigmas através do ensino, motivando os alunos a "imaginar uma nova história para a vida e acreditar nela".
O destaque na revista inglesa reforça o papel da liderança feminina africana como um motor essencial para o desenvolvimento e para a captação de novas oportunidades de investimento para a região.
NA/ZS
Inforpress/Fim
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