
Nova Sintra, 02 Out (Inforpress) – O delegado do Ministério da Educação na Brava, Carlos Martins, admitiu hoje um défice pontual de professores num dos dois agrupamentos escolares, situação que, garantiu, deverá ser ultrapassada já na próxima semana.
Em declarações à Inforpress, Carlos Martins, disse que o Agrupamento 1, em Nova Sintra, iniciou o ano lectivo sem falta de professores, enquanto no outro agrupamento a situação é diferente, devido às transferências de docentes concedidas antes do início das aulas.
“Este ano foram transferidos cerca de 18 professores do concelho. Nesta primeira semana estamos no processo de receber os novos docentes e, no sábado, dia 03, deverão chegar à ilha para colmatarmos o défice de professores”, explicou.
Aquele responsável garantiu ainda que, com a chegada dos novos docentes, a situação deverá estar normalizada na próxima semana, permitindo que todas as turmas do concelho tenham os respectivos professores e que o ano lectivo prossiga “na tranquilidade”.
Relativamente aos salários, o delegado informou que os professores que já se encontram a prestar serviço começaram a receber os seus vencimentos.
Segundo explicou, registou-se um atraso a nível nacional relacionado com a assinatura de contratos e respectivas adendas.
“Como estes docentes não estavam na ilha, isso acabou por provocar algum atraso”, esclareceu.
No que diz respeito à refeição quente nas escolas, o delegado da Educação na Brava informou que a Fundação Cabo-verdiana de Acção Social Escolar já enviou os alimentos e as orientações necessárias para a implementação do programa.
As escolas, acrescentou, já se encontram abastecidas, pelo que a previsão é de que as refeições quentes comecem a ser servidas na próxima semana.
Carlos Martins reconheceu que é normal registarem-se alguns “sobressaltos” nas primeiras semanas do ano lectivo, mas garantiu que as situações verificadas na Brava não colocaram em causa o normal funcionamento das aulas.
“É normal nas primeiras semanas existirem sobressaltos, mas nada que tenha colocado em causa o funcionamento normal das aulas”, concluiu.
DM/ZS
Inforpress/ Fim
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