
Assomada, 31 Ago (Inforpress) – O primeiro lar de idosos de Santa Catarina, Lar de Esperança e Conforto, em Achada Galego, já acolhe três residentes e prevê novas entradas durante o mês de Setembro.
Inaugurado a 10 de Agosto, o espaço é um projecto privado dedicado ao “envelhecimento com dignidade”, disponibilizando cuidados e acompanhamento a pessoas idosas.
Em declarações à Inforpress, o responsável pela instituição, Paulino Marçal, explicou que a criação do lar surgiu da experiência pessoal dos fundadores, Ana Maria Tavares e Domingos Furtado, um casal de emigrantes que enfrentou dificuldades no acompanhamento dos pais em idade avançada.
Segundo Paulino Marçal, essa experiência levou os fundadores a procurar uma resposta que pudesse ajudar outras famílias a garantir aos seus idosos um espaço seguro, acolhedor e com acompanhamento adequado.
O responsável adiantou que, além dos três residentes, existem outros processos de admissão em curso, estando previstas novas entradas durante o mês de Setembro.
O Lar de Esperança e Conforto tem capacidade para acolher nove residentes, número definido, segundo a direcção, de forma a garantir um acompanhamento próximo e individualizado.
A admissão obedece a um conjunto de procedimentos, começando por uma avaliação médica inicial e pela recolha de informações sobre o estado de saúde e o historial pessoal de cada candidato.
Segue-se o preenchimento da ficha individual e dos documentos de admissão, bem como a assinatura do contrato de prestação de serviços e do termo de consentimento informado.
Marçal explicou que a entrada é acompanhada por um processo de integração gradual, permitindo à equipa conhecer as necessidades específicas de cada residente e acompanhar a sua adaptação à nova rotina.
A estrutura conta com dois enfermeiros e três cuidadores de idosos com formação profissional na área, que asseguram os cuidados previstos para os residentes.
Entre os serviços disponibilizados estão cuidados gerais de enfermagem, consultas médicas de rotina, acompanhamento na gestão da medicação e monitorização do estado de saúde.
O lar assegura ainda apoio nas actividades da vida diária e refeições adaptadas às necessidades dietéticas e às restrições médicas de cada residente.
De acordo com Paulino Marçal, o funcionamento da instituição assenta num modelo de gestão baseado nas mensalidades pagas pelos residentes, destinadas à manutenção das instalações, remuneração dos profissionais e aquisição de alimentos, medicamentos e outros recursos necessários.
O responsável sublinhou que a instituição está disponível para acolher novos residentes, desde que existam vagas e sejam cumpridos os procedimentos definidos para a admissão.
MC/JMV
Inforpress/Fim
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