Cidade da Praia, 12 Abr (Inforpress) – O Sindicato Nacional dos Professores (Sindep) mostrou-se hoje “insatisfeito” com “muitas injustiças” cometidas pelo Governo na publicação da lista provisória de transição do pessoal docente e estranha a composição da lista com docentes que já morreram.
A afirmação é do presidente do Sindep, Jorge Cardoso, feita em conferência de imprensa, para reagir à divulgação da lista provisória de transição do pessoal docente, no âmbito do novo Estatuto do Pessoal Docente aprovado pela Lei n.º 46/X/2025 de 06 de Março, publicada neste sábado, 11, pelo Ministério da Educação.
O sindicalista manifestou esta insatisfação, alegando que muitas progressões ou reclassificações têm uma “grande injustiça”, cometida pelo Governo e que este órgão se posiciona “contra” e apela para que esta lista seja revista.
“Uma lista confusa”, declarou, apelando a todos os professores a apresentarem as reclamações, caso houver, com maior brevidade possível por terem o prazo de 45 dias para o fazerem.
Mostrou mais uma vez, o apoio incondicional e a disponibilidade do Sindep para o efeito.
Exigiu ainda que o Governo faça justiça para com os professores que trabalham com a monodocência desde 2017 a esta parte, que façam o pagamento dos subsídios pela não redução da carga horária de 2015.
“Desde 10 de Setembro de 2024 publicaram, indevidamente, cerca de 50 por cento (%) da lista adenda de reclamações e, até esta data, nunca mais se falou e perguntamos para quando”, questionou.
Jorge Cardoso questionou ainda como é que ficou o compromisso dos professores aposentados em relação à promoção.
Finalizou o sindicalista, alertando a todos os professores nacionais que esta batalha está longe de ser vencida devido a muitos desafios pela frente.
DG/HF
Inforpress/Fim
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