
Porto Novo, 04 Out (Inforpress) – O espaço da aldeia cultura, no Porto Novo, em Santo Antão, encheu-se sábado de pessoas para assistirem ao lançamento do primeiro trabalho discográfico do grupo musical porto-novense Mangala, superando as expectativas desta banda, fundada em 2021.
O vocalista e porta-voz do grupo, Arlindo Lima, explicou que a presença massiva de pessoas no espectáculo de lançamento do compact disc (CD), intitulado Mangala, deixou muito satisfeita esta banda, que presenteou os presentes com um espectáculo em que tocou grande parte das 11 faixas inéditas, que compõem a obra.
“Ficamos muito satisfeitos com o interesse demonstrado pelas pessoas em relação ao disco e esperamos que não seja o único”, sublinhou este músico, que se congratulou com a concretização deste projecto.
“Hoje, o disco é uma realidade. Foi uma longa caminhada marcada por muitos desafios, mas o grupo foi resiliente e hoje temos o nosso primeiro CD. Esperamos que não seja o único”, avançou Arlindo Lima, para quem o trabalho traz “música da terra”, como morna, coladeira, mazurca e “colá são João”.
O apresentador da obra, o músico e compositor Arlindo Évora, disse que o CD Mangala “celebra a cultura e arte que brotam do nosso chão, Santo Antão".
Para Arlindo Évora, está-se perante “um hino à música e à ilha de Santo Antão” e aconselhou aos “amantes da boa música” a adquirir o CD, que espelha “o compromisso, a resiliência e o amor à camisola”.
Mangala é uma expressão muito comum em Tarrafal de Monte Trigo, no interior do Porto Novo, utilizada pelos residentes para caracterizar os forasteiros.
JM/ZS
Inforpress/Fim
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