Emprofac alerta para riscos da automedicação e partilha de medicamentos entre familiares e conhecidos

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Emprofac alerta para riscos da automedicação e partilha de medicamentos entre familiares e conhecidos
16/06/26 - 12:45 pm

Cidade da Praia, 16 Jun (Inforpress) - A presidente do conselho de administração da Emprofac, Sara Mesquita, alertou hoje para os riscos da automedicação e da partilha de medicamentos entre familiares, defendendo que a medicação seja feita apenas com orientação médica ou farmacêutica.

O alerta foi feito à imprensa durante a feira “Estação da saúde e bem-estar”, realizada na cidade da Praia, no âmbito das comemorações do 47.º aniversário da Empresa Nacional de Produtos Farmacêuticos (Emprofac), iniciativa que reuniu profissionais de saúde para aconselhamento e sensibilização da população sobre cuidados de saúde e prevenção.

Segundo Sara Mesquita, a automedicação continua a constituir uma questão sensível em Cabo Verde, devido ao hábito de muitas pessoas emprestarem ou oferecerem medicamentos sem aconselhamento especializado.

“Relativamente à automedicação, é uma área sensível, nós cabo-verdianos temos o hábito de emprestar ou de oferecer medicamentos, isso é uma questão que deve ser trabalhada”, afirmou.

A presidente indicou que a empresa tem apostado na promoção da literacia em saúde, através das redes sociais e de acções de sensibilização dirigidas à população.

Neste sentido, precisou que a Emprofac procura alertar os cidadãos para práticas que podem colocar a saúde em risco e incentivar uma utilização mais segura e responsável dos medicamentos.

Mesquita defendeu que a medicação deve ser feita apenas com orientação médica ou farmacêutica e aconselhou os cidadãos a recorrerem às farmácias sempre que necessitem de esclarecimentos.

Esta responsável considerou igualmente positivo o balanço dos 47 anos de actividade da empresa, salientando o papel da Emprofac na garantia da cadeia nacional de abastecimento de medicamentos.

Segundo a mesma fonte, a empresa pública tem registado resultados favoráveis ao longo dos anos e mantém como principal objectivo assegurar o acesso da população aos medicamentos e produtos de saúde.

KF/AA

Inforpress/Fim 

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