
Porto Novo, 29 Out (Inforpress) – O município do Porto Novo precisa de um hospital e esta pode ser uma das questões abordadas hoje em encontro entre o ministro da Saúde, Lúcio Fernandes, e o executivo camarário, apurou o Inforpress.
O ministro, que cumpre hoje o último dia da visita a Santo Antão, vai ser recebido pela equipa camarária, que deve colocar ao governante a preocupação dos porto-novenses sobre a necessidade de um hospital no concelho do Porto Novo.
A presidente da Câmara Municipal do Porto Novo, Elisa Pinheiro, tem, insistentemente, defendido a construção de um hospital neste município, considerando que o actual centro de saúde, já com 24 anos de funcionamento, já não atende às necessidades dos utentes.
Para a autarca, Porto Novo “precisa muito de um hospital”.
A presidente da câmara municipal entende que “um hospital faz muita falta” a Porto Novo, município que tem crescido nos últimos anos, argumentou.
Elisa Pinheiro tem estado também a procurar parcerias privadas com vista a ajudar na construção de um hospital no município do Porto Novo.
O plano estratégico do Porto Novo para o período 2024–2028 destaca a construção do hospital como "uma das principais infra-estruturas" de que este município precisa.
Os munícipes têm estado, permanentemente, a reivindicar a construção de um hospital no Porto Novo, sugerindo ao Governo que priorize esta infra-estrutura de saúde no quadro do programa de infra-estruturação deste concelho.
A Inforpress constatou que o centro de saúde da cidade do Porto Novo tem sido, nos últimos anos, alvo de obras de ampliação visando a melhoria das condições de atendimento, mas as queixas dos utentes sobre o funcionamento desta estrutura têm sido constantes.
De acordo com uma nota de imprensa, a visita do ministro da Saúde a Santo Antão visa reforçar a proximidade com as estruturas locais e acompanhar, no terreno,
o funcionamento dos serviços.
Além do encontro com a câmara do Porto Novo, Lúcio Fernandes visita ainda os centros de saúde do Porto Novo e da Ribeira das Patas.
Na Ribeira das Patas, a preocupação da população prende-se com a necessidade do alargamento do horário de funcionamento do centro de saúde para 24 horas por dia e colocação de um médico residente.
JM/AA
Inforpress/Fim
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