Igreja do Nazareno destaca papel social e espiritual no encontro de Ano Novo com o Presidente da República

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Igreja do Nazareno destaca papel social e espiritual no encontro de Ano Novo com o Presidente da República
12/01/26 - 02:17 pm

Cidade da Praia, 12 Jan (Inforpress) – O superintendente da Igreja do Nazareno, Gastão Correia, considerou hoje que o papel da igreja vai além da dimensão espiritual, abrangendo também a responsabilidade social e a transmissão de valores que norteiam a sociedade.

As declarações foram feitas no âmbito da cerimónia de cumprimentos de Ano Novo ao Presidente da República, José Maria Neves, considerando que o encontro foi de “muita cordialidade”.

Segundo Gastão Correia, durante o encontro com o chefe de Estado foram abordadas várias questões que preocupam a nação, num contexto marcado por desafios sociais e num cenário internacional “muito tenso”. 

“Falamos da paz, da situação muito tensa do mundo e nós, como sempre, prometemos as nossas orações ao Presidente e também aos governantes e toda a nação”, disse o superintendente. 

Entre os temas abordados estiveram a tolerância, o amor ao próximo e a forma como a Igreja pode continuar a contribuir para que o país se paute por valores positivos, essenciais ao desenvolvimento de qualquer sociedade.

Questionado sobre as principais preocupações da Igreja do Nazareno para o ano de 2026, o superintendente afirmou que a prioridade continua a ser desafiar o povo a escolherem o melhor caminho, que é Jesus Cristo, como centro das suas vidas.

No entanto reconheceu que as questões sociais, têm tido grandes desafios e que merecem atenção sobretudo no sentido de ajudar as famílias, e lembrou que a Igreja tem um papel pedagógico na formação de valores como o amor ao próximo, o respeito e a tolerância.

O responsável sublinhou ainda a actuação do departamento social da Igreja, presente em várias comunidades, onde pastores e líderes locais acompanham de perto as preocupações das pessoas, procurando contribuir para a redução dos problemas sociais no país.

“Estamos sobretudo preocupados com a questão espiritual, mas sem esquecer as questões sociais que têm afectado a nação”, finalizou.

JBR/AA

Inforpress/Fim

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