
Cidade da Praia, 02 Nov (Inforpress) - A candidata à Presidência da República Joana Rosa advoga uma maior intervenção do poder público para garantir habitação condigna às famílias, considerando a moradia essencial à qualidade de vida e à saúde pública.
Em declarações à imprensa, no âmbito da campanha para as eleições presidenciais de 15 de Novembro, Joana Rosa chamou a atenção para as dificuldades habitacionais enfrentadas por algumas famílias, defendendo que o Estado deve assumir um papel activo na criação de condições para que todos tenham acesso a uma moradia digna.
“Habitação é fundamental para a qualidade de vida dos cidadãos. Os cidadãos têm que morar condignamente”, afirmou a candidata, sublinhando que as condições inadequadas de habitação podem comprometer não apenas a integridade das pessoas, mas também a própria saúde pública.
Para a candidata, a garantia de uma habitação condigna deve fazer parte das prioridades das políticas públicas, uma vez que viver em condições dignas constitui um elemento essencial para o bem-estar das famílias e para a construção de uma sociedade mais inclusiva.
Defendeu igualmente o reforço das políticas de proteçcão social, sobretudo para os idosos que vivem nas comunidades rurais, alertando para o envelhecimento da população e a necessidade de assegurar melhores condições de saúde, assistência e acompanhamento.
“É preciso ter políticas de protecção para aqueles idosos, trazer cada vez mais saúde para aqueles idosos, protecção para aqueles idosos”, considerou.
Joana Rosa considerou ainda que o empoderamento das famílias é indispensável para a construção de uma sociedade mais harmoniosa, com melhores condições de vida e maior inclusão social.
Neste sentido, afirmou que, enquanto Presidente da República, pretende exercer uma magistratura de influência junto do Governo, das entidades privadas e das associações, chamando a atenção para os problemas sociais e defendendo respostas que contribuam para a protecção das famílias mais vulneráveis.
A candidata acrescentou que a sua visão para a Presidência passa também pela promoção da inclusão dos jovens, pela protecção dos idosos e pela criação de condições para que as comunidades rurais possam desenvolver-se com dignidade.
Além de Joana Rosa, concorrem à Presidência da República José Maria Neves, Antero Tavares, Casimiro de Pina, Gilson Alves e Loisito Tavares de Sousa.
Os seis candidatos disputam a preferência dos eleitores nas eleições marcadas para 15 de Novembro, um momento de exercício da democracia e de escolha do chefe de Estado para os próximos cinco anos.
CM/ZS
Inforpress/Fim
Partilhar