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São Miguel: PM diz que central solar fotovoltaico terá ” impacto importante ” na dinamização do emprego

Calheta, 05 Jun (Inforpress) – O primeiro-ministro considerou que a criação da central solar fotovoltaico terá “importante impacto” na dinamização do emprego no município de São Miguel, tanto na fase da construção, como na de instalação, com previsão de 100 empregos.

Ulisses Correia e Silva falava, em Calheta de São Miguel, no acto de assinatura do contrato de implementação para a construção e exploração da central solar fotovoltaico de 10 mega watts, pelo Governo e pela empresa Tâmega Energy SA.

“Estão previstos 100 empregos de nível e qualificação elevados, com oportunidade de emprego para os nossos jovens, mas também na fase da operação e manutenção, que são empregos mais duráveis e mais sustentáveis”, precisou o chefe do Governo.

Para o primeiro-ministro, Calheta alberga um investimento que significa também uma “contribuição importante” para  o aumente da produção da energia renováveis  e para execução do plano de transição energética.

“Mais energias renováveis e oportunidades para todos é o futuro que estamos a construir” afirmou, pois trata-se de um investimento orçado em 10 milhões de euros, com duração de 15 meses e uma aposta para “um Cabo Verde sustentável” a nível das energias e de suas  condições para desenvolver o futuro.

“Tem impacto a nível da economia, o impacto produzido e que nós queremos atingir com cada vez maior  penetração das energias renováveis  em reduzir a nossa dependências de combustíveis fósseis,  com o impacto na balança de pagamentos e na factura energética do país e das famílias” sustentou, precisando que estando o investimento a acontecer em São Miguel tem um “valor adicional”.

“Estamos a promover este tipo de investimento saindo da tradição dos grandes centros para  podermos chegar com maior  proximidade e valor a todo o território nacional”, lançou Correia e Silva, particularmente, em São Miguel e  em Santiago Norte.

O presidente da câmara de São Miguel, Herménio Fernandes,  por seu lado, considerou tratar-se de um investimento “ecologicamente sustentável e economicamente viável”, que representa aquilo que é a missão da sua equipa em transformar São Miguel numa “plataforma para fixação de grandes empreendimentos e industrias” em Santiago Norte.

“Um investimento que terá impacto no mercado local, com realce para a criação de oportunidade de empregos”, sintetizou, em vários sectores, tendo nomeado a construção civil, a micromecânica, os serviços de segurança e limpeza, a manutenção industrial e a restauração.

VC/AA

Inforpress/Fim