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REJA aposta na capacitação de jornalistas para que se sintam mais à vontade para abordar questões ambientais

Cidade da Praia, 10 Jun (Inforpress) – A Rede dos Jornalistas para o Ambiente (REJA) vai apostar na capacitação de seus membros para que se sintam mais à vontade para abordar questões ambientais, disse hoje na Cidade da Praia a presidente da organização, Joana Lopes.

Joana Lopes falava assim à imprensa, momentos antes da cerimónia de abertura do Seminário de Restituição do Jornalismo Ambiental que acontece hoje na capital cabo-verdiana, organizado pela REJA com o apoio da Associação para a Defesa do Ambiente e Desenvolvimento (ADAD) e da Parceria Regional para Conservação Marinha na África Ocidental (PRMC).

“Este seminário surge na sequência de um workshop em que a REJA esteve a participar no Senegal, onde nós estivemos a falar sobre o jornalismo e ambiente. Quando saímos de lá, saímos com o compromisso de restituir o referido workshop a nível nacional, é precisamente por causa disso que nós estamos cá”, começou por explicar a presidente da REJA.

Participam no referido evento jornalistas de diferentes pontos do país, de São Vicente, do Sal, da Boa Vista, do Fogo, da Brava e também da ilha de Santiago, para, segundo aquela responsável, partilhar algum conhecimento sobre as formas de cobrir melhor as questões ambientais.

Para cobrir as questões ambientais, defendeu Joana Lopes que, em primeiro lugar, é preciso conhecer a realidade ambiental do país, saber os problemas que o mesmo enfrenta e também ter alguma sensibilidade e gostar de falar do ambiente.

“O que nós definimos como um dos objectivos deste mandato é capacitar, investir na capacitação dos jornalistas para que se sintam mais à vontade para abordar questões ambientais”, acrescentou.

Aliás, defendeu a presidente da REJA que essa capacitação vai no sentido de fazer com que os jornalistas deixem de ser “mais caixas-de-ressonância”, mas sim para poderem ter ferramentas para ir mais a fundo, questionando e denunciando situações.

“E também divulgar as boas práticas ambientais que surgem, tanto da parte dos poderes instalados, como da sociedade civil. E também, digamos assim, criticar, denunciar as más práticas”, frisou.

GSF/ZS

Inforpress/Fim

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