Ministério da Agricultura e Ambiente faz “balanço positivo” dos programas preconizados em 2022

Cidade da Praia, 12 Jan (Inforpress) – A directora-geral do Planeamento, Orçamento e Gestão do Ministério da Agricultura e Ambiente considerou hoje que 2022 foi um “ano positivo”, devido ao grau de cumprimento daquilo que estava planeado.

Arilde Teixeira falava esta tarde à imprensa, no âmbito do Conselho do Ministério, para fazer o balanço do ano 2022 e alinhar estratégias para 2023, com todos os dirigentes dos serviços centrais e regionais deste ministério, que aconteceu na sala de reunião do Ministério das Finanças, na Cidade da Praia.

“O Ministério faz um balanço positivo do ano 2022, porque de uma forma geral conseguimos concretizar tudo aquilo que estava planeado para a sua conclusão e também em relação àquilo que transitou, também tivemos uma taxa de execução “boa”, dada a conjuntura”, comentou.

Além disso, acrescentou que tudo aquilo que foi planeado no orçamento e gestão do Ministério de Agricultura, tanto nas realizações físicas como financeiras, foi materializado, alinhado com o programa do Governo e as intervenções que estão no Plano Estratégico do Desenvolvimento Sustentável (PEDS) e os respectivos projectos que fazem parte.

A responsável realçou também que conseguiram dar respostas ainda a tudo aquilo que é agenda do Governo, no que diz respeito às novas diversificações dos fundos de mobilização de água, massificação de rega gota-a-gota e intervenções diversas em matéria do sector agrário e ambiental de inspecção aplicadas ao sector e a implementação do programa de mitigação.

“Iniciamos o ano 2022 com a implementação do programa de mitigação para o combate à seca e no segundo semestre também iniciamos com a mitigação para o combate à crise alimentar, devido a guerra na Ucrânia”, frisou a directora.

No que tange aos ganhos, Arilde Teixeira destacou os ganhos em relação ao novo PEDS que é a execução de PEDS 2.

“Ainda o PEDS 2 não está validado, mas trabalhamos muito na elaboração desse PEDS que contém dois programas, nomeadamente, o ambiente e acção climática, que vão trazer “ganhos significativos” porque dá-nos muito mais força para ceder aos fundos climáticos, ou seja, traz um “pilar ambiental” que no anterior PED`S não existia, e no futuro há oportunidades de mais projectos”, acrescentou Arilde Teixeira.

Por outro lado, a mesma fonte disse que para 2023 a estratégia deste ministério é continuar a reforçar e acelerar as medidas de intervenções que foram tidas até então, mas numa óptica muito mais eficiente, ou seja, concretizou, trabalhar com “menos recursos, mas, contudo, “alcançar mais”, tendo em conta a eficiência e a capacidade da execução organizada até agora.

Ainda esta responsável, para a área do planeamento e gestão do Ministério da Agricultura e Ambiente, que este ministério vai dar continuidade aos projectos anteriores, mas também com perspectivas, a meio do percurso, de inscrever novos projectos em matérias de acções climáticas e de água e saneamento, ambas financiadas pelo pela Cooperação Luxemburguesa.

A directora adiantou ainda projectos de novos programas, como o Programa Nacional da Ciência.

“É um programa que basicamente veio substituir o Programa Nacional de Investigação, ou seja, é para dar a continuidade, mas numa óptica diferenciada”, explicou.

DG/JMV
Inforpress/Fim

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