Magistrado do futuro é aquele que saiba bem o direito e saiba tirar proveito das TIC – PGR

Cidade da Praia, 19 Jul (Inforpress) – O procurador-geral da República, defendeu hoje que o magistrado do futuro é aquele que saiba bem o direito, tenham sempre presente a dimensão ética e deontológica e saiba tirar proveito das tecnologias de comunicação e informação (TIC).

Óscar Tavares fez essas considerações em declarações à imprensa, á margem da conferência sobre o tema “Formação de magistrados: tendências de futuro” a decorrer num dos hotéis da capital e ministrado pelo Centro de Estudo Judiciários de Portugal (CEJ).

“O magistrado do futuro deve saber utilizar e tirar proveito das tecnologias de comunicação e informação, numa realidade geográfica com o de Cabo Verde, em que o acesso e uma boa utilização das tecnologias de informação permitem encurtar distância, diminuir e reduzir o tempo de decisão e da morosidade da justiça”, disse.

Conforme Óscar Tavares, é dentro deste padrão que a Procuradoria-Geral da República pretende que os magistrados tenham, na sua evolução, a dimensão do que é a responsabilidade do Mistério Público (MP).

A conferência, destinada aos magistrados públicos, segundo aquele responsável, tem o propósito de abordar as tendências futuras e, como obvio, os desafios da formação de magistrados em áreas de formação especial, continua e de especialização.

“Pretendemos com isso ter, a nível do Ministério Público, melhor qualidade de formação que possa reflectir no melhor desempenho do MP, permitindo a que os nossos magistrados tenham condições de poder responder ao que são as nossas responsabilidades”, realçou.

Lembrou ainda, que essa responsabilidade deve ter em conta o tempo dos cidadãos, enquanto destinatários últimos da justiça e melhor qualidade, pois, com melhores magistrados se pode conseguir superar e melhorar a capacidade e eficiência da produtividade.

A conferência internacional subordinada ao tema “Formação dos magistrados: tendências do futuro” foi organizado perla Procuradoria-Geral da República em parceria com o Centro de Estudos Judiciários de Portugal.

PC/CP

Inforpress/Fim

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