Ilha do Sal recebe 10ª edição do Festival Internacional de Cinema com exibição de 22 películas

Espargos, 10 Out. (Inforpress) – A décima edição do Festival Internacional de Cinema de Cabo Verde, acontece de 15 a 19 na ilha do Sal, propondo a exibição de 22 filmes, em diferentes classes, nomeadamente longa-metragem, longa-metragem documentário, curta-metragem, curta-metragem e documentário.

Realizado, anualmente, pela agência V!VA Imagens, o Festival Internacional de Cinema de Cabo Verde (CVIFF), como habitualmente, propõe uma programação para durante uma semana movimentar a ilha turística com um naipe “excepcional” de filmes.

À semelhança das edições anteriores o evento visa congregar arte, cinema e indústria cinematográfica, através da exibição dos filmes inscritos, workshops, subordinados à arte do cinema, entre outras actividades.

Nesta edição, dos 34 filmes inscritos, 22 foram oficialmente seleccionados através da plataforma “film free way” que irão competir entre si para os prémios das diferentes categorias já mencionadas, e o Prémio Parda.

Assim, para Longa-metragem foram seleccionados quatro filmes, sete longa-metragem documentário, sete curta-metragem, e quatro curta-metragem documentário.

Em longa-metragem destacam-se os filmes That is All (Canada) Mark Weeden; Away From the Shore (Bulgaria) Kostadin Bonev; Se Arrependimento Matasse/Under the Weight of Remorse (Brasil) Lília Moema Santana, e O Fim do Mundo (Portugal) Basil Da Cunha.

Já em longa-metragem documentário os cinéfilos poderão apreciar Poisson d’or, Poisson Africain/Golden Fish, African Fish (Senegal) Thomas Grand, Moussa Diop; Ireland’s DEEP ATLANTIC (Irlanda) Ken O’Sullivan; No Gold for Kalsaka (Burkina Faso) Michel K. Zongo; Wax in the City (Benim, Burkina Faso, Côte d’Ivoire, França, Netherlands, Senegal) Elie Séonnet; A Word for Human (Dinamarca) Mauricio González-Aranda; GILDA BRASILEIRO – Contra o Esquecimento/GILDA BRASILEIRO – Against Oblivion (Brasil) Roberto Manhães Reis, Viola Scheuerer; Bakosó: AfroBeats de Cuba (Cuba, Estados Unidos) Eli Jacobs-Fantauzzi.

Em curta-metragem L’Arbre et la Pirogue/The Tree and the Pirogue (Nova Caledônia) Sébastien MARQUES; Amancio, el Vampiro de Pueblo/Amancio, a Village Vampire (Espanha) Alejo Ibáñez; Gifts from Babylon (Gambia) Bas Ackermann, Amadou A Silah, Babucar Manka, Modou Joof; Praise and Blame (Estados Unidos) Shane Book Exhalación/Exhalation (Espanha) Al Díaz; Arizona 1878, una Historia del Viejo Oeste/ Arizona 1878 (Espanha) Manuel Olaya; ANJO – O Sangue e a Obra/ANGEL (Cabo Verde) Helder Doca, são filmes que também vão deliciar os apreciadores da sétima arte.

Em curta-metragem documentário as películas Voix de Charlotte Dufrène/Voices of Charlotte Dufrène (Bélgica, França, Estados Unidos); Guy Bordin, Renaud De Putter; Kopacabana (Brasil) Marcos Bonisson, Khalil Charif, e Le Monde de Lucas/Lucas’ World (França) Thomas Hirgorom fazem igualmente parte do cardápio.

A produtora executiva, Suely Neves, apela à participação do público para amplificar a votação do melhor trabalho cinematográfico exibido.

O Prémio Parda bem como os prémios de Melhor Curta-Metragem, Melhor Curta-Metragem Documentário, Melhor Longa-Metragem e Melhor Longa-Metragem Documentário, são votados pelos membros do júri do festival, sendo os vencedores anunciados durante o encerramento do CVIFF.

SC/ZS

Inforpress/Fim

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