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Ilha do Sal: Eleitos municipais reclamam maior atenção aos sectores da educação saúde habitação e segurança

Espargos, 13 Set (Inforpress) – Os eleitos municipais, no Sal, reclamaram hoje maior atenção aos sectores da educação, saúde, habitação e segurança, durante sessão solene alusiva à celebração do Município do Sal, assinalado a 15 de Setembro, em homenagem à Nossa Senhora das Dores.

Por proposta da Câmara Municipal do Sal, a comemoração oficial do Dia do Município assinalado a 15 de Setembro foi antecipada para hoje, cujo acto foi testemunhado pelo primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva.

Na presença do chefe do executivo, Kátia Carvalho, líder da bancada do PAICV (oposição), reiterou na sua intervenção que, se se afastar a “cortina de propaganda” do Facebook e o marketing político, assumindo a realidade, poder-se-á ver o outro lado da ilha do Sal.

“O lado salgado. O lado que serve o maravilhoso mundo do turismo, mas que vive no submundo das dificuldades, da pobreza, da exploração, da vulnerabilidade”, acentuou.

Quanto à saúde, educação, habitação, segurança e demais serviços que decorrem das tarefas “fundamentais” do Estado, Kátia Carvalho desabafa, dizendo que “não podem continuar a ser o privilégio de alguns que têm acesso a privados, já que um direito de todos.

“E, é nesta perspectiva, de ser um direito de todos e não um privilégio de alguns, na perspectiva do equilíbrio social e da igualdade que usamos este espaço para, mais uma vez, chamar a atenção dos poderes locais e centrais para a necessidade de planeamento, de estratégias, de prioridades e de acções que repercutem na vida das pessoas”, frisou.

Por seu lado, Nuno Lopes, que lidera a bancada do MpD, reconhecendo avanços e melhorias nos diferentes sectores, defende, todavia, respostas eficazes a esse nível, para permitir, conforme disse, melhor qualidade de vida aos cidadãos.

“Reconhecemos a aposta clara do Governo e da Câmara Municipal do Sal para colmatar os défices. Reconhecemos políticas assertivas com o objectivo de impulsionar a economia e reduzir as assimetrias sociais, mas reconhecemos que muito ainda está por fazer. Pois sofremos hoje as consequências das nossas fragilidades e ausência de planificação eficaz no passado”, examinou.

Fazendo essa leitura, Nuno Lopes reiterou que o crescimento da população diariamente, “exige” respostas eficazes nas diversas esferas da sociedade.

Entretanto, apesar do panorama, tanto um como outro acreditam que é possível mudar o “rumo das coisas”.

Aliás, depois de ouvir as preocupações o primeiro-ministro, Ulisses Coreia e Silva deixou esta: “Estamos melhor…? Estamos. Estamos no caminho certo? Estamos. Que isto vai melhorar ainda mais? Vai… disso não tenho dúvidas”, argumentou.

SC/CP

Inforpress/Fim

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