Hotelaria regista mais de 170 mil hóspedes no segundo trimestre de 2022

Cidade da Praia, 02 Set (Inforpress) – A hotelaria registou no segundo trimestre de 2022 mais de 170 mil hóspedes, correspondendo a um aumento de 688,5% e as dormidas aumentaram 796,9%, face ao mesmo período do ano de 2021, informou hoje o INE.

De acordo com os dados avançados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), o Reino Unido passou a ser o principal país de proveniência de turistas, acrescentando que os turistas do referido país europeu foram os que permaneceram mais tempo em Cabo Verde com uma estadia média de 5,6 noites.

“A ilha do Sal passou a ser a ilha mais procurada pelos turistas, representando cerca de 57,9% das entradas nos estabelecimentos hoteleiros”, lê-se na nota.

A fonte do INE acrescentou ainda que as dormidas atingiram mais de 786 mil no mesmo período, traduzindo-se numa variação positiva de 796,9%, em relação ao 2º trimestre de 2021. A análise por tipo de estabelecimentos revelou que os hotéis continuam sendo os mais procurados, representando 92,6% do total das entradas, seguem-se-lhes as residências, com 3,2% e as pensões com 2,3%.

Relativamente às dormidas, os hotéis representam 96,0%, as residências 1,6% e as pensões 1,3%, realçando que a ilha do Sal passou a ter maior acolhimento, com 57,9% do total das entradas, seguida da ilha da Boa Vista com 21,3%, Santiago com 11,0% e Ilha de S. Vicente com 5,4%.

Dos dados indicaram também que a ilha do Sal continua no primeiro lugar com 52,2%, Boa Vista com 38,4%, Santiago com 4,1% e Ilha de S. Vicente com 3,0% no que se refere às dormidas.

O principal mercado emissor de turistas, no 2º trimestre do ano de 2022, passou a ser o Reino Unido, representando 31,8% do total das entradas. A seguir vêm Portugal, Alemanha, Países Baixos e França, responsáveis por respectivamente, 13,2%, 11,5%, 9,7% e 5,8% do total das entradas.

Relativamente às dormidas, o Reino Unido passou a ocupar o primeiro lugar, com 38,8% do total, seguido da Alemanha com 12,6%, Portugal com 11,3%, Países Baixos com 9,8%, e França, com 4,6%, respectivamente.

CM/ZS

Inforpress/Fim

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