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Brava: Recém-formados em liderança ambicionam “novas atitudes” com vista a novas metas

Nova Sintra, 12 Mai (Inforpress) – Um grupo de 22 jovens concluiu sábado uma formação liderança e gestão de equipas, promovida pela Rede de Emprego e Empregabilidade da Brava, com o suporte do programa CVE\081 da Cooperação Luxemburguesa.

Esta formação foi direccionada aos membros da Rede Emprego e Empregabilidade e estendida também a dirigentes de algumas instituições.

Conforme o coordenador da Rede Emprego e Empregabilidade, Mário Soares, a mesma teve como objectivo dotar os participantes de ferramentas essenciais em matéria de liderança e gestão de equipas, assim como de valências para “fazer a diferença” nas instituições que representam, de um modo particular.

Em conversa com alguns formandos, Jaqueline Barros, monitora do jardim-de-infância e presidente de uma associação local, louvou a iniciativa, salientado que a mesma caiu como uma “bênção”.

É que a monitora trabalha com uma comunidade e é “um pouco difícil”, lidar com pessoas com uma “mentalidade diferente”, tendo em conta que a comunidade é piscatória, tem enfrentando várias dificuldades em convencer estas pessoas a colocarem os seus filhos na escola, a frequentarem as reuniões, entre outros.

Daí, Jaqueline Barros salientou que a primeira coisa que aprendeu na formação que vai colocar em prática, é a sua forma de comunicar com estas pessoas, tentar fazê-lo entender melhor, com o intuito de encontrar o resultado esperado.

João José Delgado, um outro formando, considerou a mesma como sendo de “extrema importância”, porque, após uma semana de formação, entendeu que de facto, é “necessário” tirar este conceito de liderança da teoria e colocá-la na prática.

Pois, segundo o mesmo, actualmente, é a liderança o vocábulo que está reinando nas instituições e em várias actividades, mas o que acaba por ver é que a liderança está sempre escondida atrás do cargo da “chefia”, o que não coincide com aquilo que é a liderança mesmo.

Para este formando, a liderança é uma atitude, que através dela se faz bons amigos e bons profissionais e assim a alma da liderança, traz maior satisfação na profissão, na instituição e nos clientes, alias, acrescentou que é necessário que os dirigentes das instituições comecem a dizer “nós” em vez de “eu” e colocá-lo na prática.

MC/CP

Inforpress/fim