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Brava: Cruz Vermelha pretende criar plataforma “forte e resiliente” na ilha

Nova Sintra, 21 Jan (Inforpress) – O presidente da Cruz Vermelha de Cabo Verde (CVCV), Arlindo de Carvalho, disse hoje que a instituição pretende criar uma plataforma “forte e resiliente” na ilha Brava para fazer face as adversidades.

O responsável fez estas declarações à imprensa durante uma visita que efectuou a ilha, adiantando que esta plataforma vai intervir tanto no campo social como no ligado ao meio ambiente e na gestão de riscos desastres e catástrofes.

A visita resulta do programa de actividades que tem a ver com a necessidade do órgão nacional estar próximo dos conselhos locais.

Um dos objectivos, segundo Arlindo de Carvalho, foi ter uma conversa com a nova direcção, e pretendia-se também conversar com os voluntários, mas não foi possível devido as alterações da viagem, o que fica agendada para uma próxima oportunidade.

Também realizaram encontros com alguns parceiros da Cruz Vermelha, autoridades locais para falar sobre questões que têm a ver com a instituição a nível da ilha no campo social e monetário.

“Como sabemos a Brava é uma ilha que necessita de uma atenção particular tendo em conta os problemas que enfrenta, desde logo a questão que tem a ver com a terceira idade, com as crianças, relativamente a educação e a saúde”, disse o responsável nacional.

Acrescentou que, sobretudo, no ano em que o Governo já declarou situação de emergência hídrica, há a necessidade da Cruz Vermelha auxiliar os poderes no domínio da procura, captação e de entrega de água para pessoas, para a prática da agricultura e para o consumo por parte dos animais.

Daí, o presidente da CVCV salientou que a ideia é que criar uma plataforma de intervenção forte e resiliente na ilha para fazer face as adversidades, quer no campo social quer no campo ligado ao meio ambiente e na gestão de riscos desastres e catástrofes.

Sobre a obra do anexo ao centro existente, Arlindo de Carvalho considerou-a “estratégica para a ilha”, uma vez que a Cruz Vermelha na ilha possui uma “tradição de auxiliar” poderes no domínio da terceira idade, na saúde, da infância.

E com esta vertente da instituição, disse que entenderam ser necessário criar “melhores condições” para prestação de serviços não só no centro que deve ser multiuso, mas também para dar assistência nas aldeias e povoados mais distantes.

Adiantou ainda que é uma obra de referência, orçada em cerca de 22 mil contos, mas que depois tem a componente de equipamento e funcionamento.

Com isso, o responsável nacional da CVCV diz esperar que a ilha fique “reforçada” em termos de equipamentos sociais, mas também que o voluntariado tenha uma nova dinâmica.

MC/CP

Inforpress/Fim

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