Covid-19/São Lourenço: Fundo de Descentralização vai ajudar na criação de oportunidades no município” – Presidente de câmara

Pedra Badejo, 21 Mai (Inforpress) – O edil de São Lourenço dos Órgãos disse hoje que o Fundo de Descentralização chegou em bom momento, permitindo a criação de oportunidades no concelho, numa ocasião em que o País foi fortemente afectado pela pandemia da covid-19.

Carlos Vasconcelos falava à Inforpress a propósito do lançamento do Fundo de Descentralização, programa de apoio aos municípios e associações locais na implementação de projectos destinados à luta contra a pobreza e melhoria da qualidade de vida das pessoas.

“É um fundo que chegou em bom momento, sobretudo agora que estamos num momento de pandemia em que muitas pessoas perderam os seus rendimentos, porque vai ajudar-nos a criar oportunidades de emprego e rendimentos para as famílias”, garantiu o presidente da câmara.

Neste sentido, revelou que a autarquia já está a preparar um ateliê com as associações comunitárias para juntos elegerem os projectos mais impactantes relacionados com os Objectivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).

“Apesar de não ser um grande montante, mas vamos fazer um bom uso, de forma a ter impactos positivos na economia do município e famílias”, afiançou.

Segundo revelou Carlos Vasconcelos, São Lourenço dos Órgãos, assim como outros concelhos, vai receber cerca de 10 mil contos, que vão ser investidos nas áreas que criam oportunidades de emprego.

“Temos alguns projectos como a criação de viveiros de plantas ornamentais, que vai permitir as mulheres chefes de famílias gerarem rendimentos com as suas vocações”, demonstrou, salientando que se vai equiparar o mercado municipal para receber feiras semanais assim como acontecia.

Conforme o director Nacional de Planeamento, Gilson Pina, o Fundo de Descentralização (FD) servirá também para combater os efeitos secundários causados pela pandemia do novo coronavírus no País, nomeadamente a situação da pobreza.

Ao seu ver os municípios estão “a sofrer ou já sofrerem” com os impactos causados pela pandemia, por isso são livres para escolherem os projectos que acharem melhor, propondo “iniciativas dinâmicas” no combate à doença.

“Podem apresentar projectos que tem a ver com a dinâmica para combater os efeitos da covid-19 a nível sanitário, assim como, os efeitos secundários que advêm dessa pandemia, como a pobreza”, apontou o responsável.

WM/CP

Inforpress/Fim

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